Ausências, presenças, tentativas, fracassos, dúvidas, erros, acertos, movimento, repouso, acelerado, retrógrado, composto, simples, uno, múltuplo, convexo, côncavo, estreito, largo, comprido, curto, longo, cheio, vazio, saudável, enfermo, átomo, molécula, diversão, cultura, trabalho, profissão, dinehiro, década, século, milênio, livro, arte, música, dança, fotografia, ilustração, cartoon, drogas, sexo, sexualidades, algodão, seda, reta, curva, retorno, um espaço pra tudo!
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sábado, 3 de setembro de 2011
NUMA SEMANA QUE OS ESTUDANTES DA UEM DÃO SHOW, PROFESSOR DA UEM E INTEGRANTE DA CVU DÁ "SHOW" TAMBÉM
Na semana em que os estudantes da UEM deram um show de ética e respeito, professor da UEM e integrante da Comissão do Vestibular Unificado (CVU) acaba "soltando o verbo" sobre as professoras Marta Bellini e Angela Caniato no Café Machiatto.
Infelizmente para o professor língua solta, as falas dele e de quem estava com ele foram gravadas... lamentável que este tipo de comentário seja feito por colegas de trabalho na UEM. Se bem que já vi coisas BEM estranhas acontecerem por lá e TODO mundo se calar, em nome da instituição, pra não "sujar" o nome da instituição. Mas, chamar professoras da instituição de safadas e bandidas... ahhh... isso pode!
E agora, UEM?! Quem poderá te ajudar?!!?
sinto vergonha... aliás, há muito tempo sinto vergonha de ser estudante da UEM, pois o modo como os gestores direcionam a verba pública e os processos são quase sempre no "jeitinho"... me orgulhei dos estudantes essa semana, pra voltar a sentir vergonha... VERGONHA, PROFESSORES! VERGONHA! vcs têm?
AGORA, QUERO VER O QUE ACONTECERÁ COM ESTE PROFESSOR QUE OFENDE E AGRIDE AS PROFESSORAS!!!
DO BLOG DA MARTA BELLINI, COM O TÍTULO: "NO BREJO DA MÁ-RINGÁ, LÍNGUA SOLTA..."
"A Marta Bellini é bandida, é safada... palavras ditas agora a tarde por um professor da Universidade Estadual de Maringá no Machiatto, um lugar onde toma-se um bom café na cidade de Maringá. Mas é um lugar pequeno onde a voz desse exaltado professor aliado do reitor da Universidade, professor que trabalha na CVU (seção de vestibular da UEM), foi gravada por minha filha que lá também estava e ouviu (revoltada) a conversa do rapaz com mais três professoras e a filha de uma delas. A conversa:
- a Marta Bellini e a Angela Caniato querem tomar o lugar do reitor da UEM (como fossemos nós as golpitas de plantão, não professor E. A. de T.?).
- são duas bandidas e safadas. A Angela Caniato é uma burguesinha que mora em uma casa de um quarteirão (professor E., que exagero! Isso não é verdade. E se fosse?).
- os alunos são baderneiros e cachaceiros que fumam ... no "meu tempo fumar era cool, era diferente... agora quem fuma ajuda o tráfico".... (oh, my god, será que o professor quer dizer que ele fumou quando era cool? Ele um dia foi cool?)
- os estudantes queriam falar muito na TV Globo...eu não, quando dei entrevista sobre o vestibular, falei tudo direitinho para que a Globo não precisasse editar ..(hum, que professor bonzinho!)... eles não...
Uma das professoras se gabava ao dizer que depois que ela fez cirurgia no joelho os alunos não gostam das aulas dela, que não está dando boas aulas.
A filha de uma das professoras (aluna da UEM) dizia: é os alunos reclamam da fila, mas isso não é nada....
É bem a cara da base aliada da Universidade. É bem feio. É bem da SOBERBA DE BREJO. Precisamos dar mais educação aos educadores. Gabar-se em público e difamar duas professoras que não se aliam ao estado de coisas da administração da universidade é crime. Mas parece que o exaltadinho professor não está nem aí. Enfim, quem muito fala mal dos outros dá bom dia a cavalo. E a internet existe para desmascarar esse tipo de coisa feia. O vídeo com a voz será avaliado e com alto e bom som, poderei mostrar como que é um certo setor da universidade.
P.S. Foi o mesmo professor que disse a um colega do mesmo departamento que eu e as pessoas que estão com processo administrativo fomos responsáveis pela extinção de uma área da capes, a área 46. E disse ainda que foi o reitor que comentou com ele isso. Soberba de brejo."
O DIÁRIO ONLINE: "PROFESSORA DA UEM DIZ TER SIDO XINGADA EM LOCAL PÚBLICO"
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
MEUS DIAS OPACOS COMEÇAM A FICAR DIVERTIDOS
O QUE EU POSSO DIZER SOBRE ISTO? O QUE EU QUERO DIZER SOBRE O QUE ESTÁ ACONTECENDO? LEIA... FAÇO DO GU MINHAS PALAVRAS E ENQUANTO ESCREVO JÁ ESTOU COM BIQUINI!

Pelados, nús! VAMOS, TODOS NÓS?
A pergunta é: quem vai me acompanhar?
Atenção: caso você não tenha tempo de ler a história, leia ao menos os 7 últimos parágrafos. Obrigado!
Passados alguns dias, vou falar publicamente, aqui no blog. Na sexta-feira do dia 12 de novembro decidi, num ímpeto de emoções, tirar a roupa e sair pelado pela universidade em protesto contra a saída de professores do programa de pós-graduação do qual faço parte. Na verdade não fui peladão, estava de cueca – até mesmo porque, ficar pelado constituiria atentado ao pudor e em traria complicações demasiadamente desagradáveis. Se bem que desagradável mesmo é a situação que fez com que eu me manifestasse.
Faço parte de um programa de pós-graduação que passa por uma série de problemas internos. Entre estes problemas, dois figuram com maior destaque: um processo disciplinar e um administrativo. Não sei bem ao certo por que cargas d’água estes processos demoram tanto para serem analisados. Mas posso dizer que a demora aqui da Universidade Estadual de Maringá é certamente uma coisa estranha. Os dois processos circulam na administração há, pelo menos, quatro ou cinco meses. Virtualmente falando, dar-se-ia início aos processos há quatro meses, mas alguma força maior – quase metafísica– tem empacado as apurações.
O negócio é sério (parece até que envolve verba pública). Prova disso é que vieram dois consultores da CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – para fazer uma “avaliação anômala”. Anômala porque, segundo os consultores, este foi um caso singular em suas trajetórias junto à CAPES. Engraçado isso, a UEM não apura os processos. A coisa fica grande e vem gente do MEC para cá, interior do Paraná e do Brasil. Essa gente olha o que tem acontecido no programa, faz reunião com todo mundo e, depois, emite um relatório com possíveis conselhos ao programa.
A CAPES veio. Deparou-se com um fenômeno. Observou-o. Mas, ainda não falou nada. Pelo menos até agora.
A demora que temos enfrentado fez com que alguns professores tomassem determinadas atitudes. Duas professoras do quadro docente entraram com pedido de desligamento do programa. Outra pensou em acompanhar as colegas de trabalho (ouvi rumores que mais professores e professoras também se desligariam, mas talvez isso tenha sido apenas um boato). Destas três mulheres, uma delas era coordenadora do programa. E, por coincidência do destino, foi minha orientadora no mestrado e é, agora, no doutorado. O desligamento destas mulheres acarretaria grandes perdas, sobretudo para o curso de doutorado.
Após contextualizar o problema, vamos ao fato. Dia 11 de novembro, no período da tarde, os professores tiveram uma reunião com o pró-reitor de pesquisa para tentar solucionar problemas que se sucederam em conseqüência dos processos. Findada a reunião, minha orientadora e então coordenadora, Luzia Marta Bellini, pediu exoneração e desligamento do programa. A professora Clélia Maria Ignatius Nogueira também pediu.
No dia 12 de novembro, durante a tarde, estávamos no curso de Retórica. Pouco antes do intervalo, uma amiga mostrou-me uma nota na internet sobre o desligamento das professoras. Fiquei passado e, no intervalo, fui conversar com a professora Marta. Ela confirmou-me o que li na internet.
Era ainda intervalo, quando saí da aula. Estava indo para o espanhol, mas, antes, decidi entrar numa papelaria. Neste momento, já sabia o que ia acontecer. Lá comprei um papel branco e um canetão. Fui para o café ao lado e escrevi no papel: “REITOR, POR QUE MEUS PROFESSORES PEDEM DESLIGAMENTO?”. Liguei para a imprensa. Fui comprar um batom para pintar meu corpo. Voltei, a imprensa estava lá. Chamei um colega, hippie, que se encontrava por ali e pedi para pintar pontos de interrogação no meu corpo (neste momento havia tirado a camiseta). Retirei a bermuda. Fiquei de cueca, tênis, uma sacola com minhas coisas e o cartaz na mão. Andei cerca de três quadras deste jeito, na rua.
Descobri que ficar pelado ajuda a falar com o Reitor. Falei com o professor-reitor Julio Prates, o qual me disse que não tinha conhecimento do desligamento de professores. Em seguida perguntei sobre os processos, pois a lentidão começara a afetar os alunos e a produção científica do programa. Sua resposta foi que um, o disciplinar, estava findado, faltava apenas passar pelo jurídico e, tão logo, firmar com sua signatura; o outro, o administrativo, nem tinha sido aberto.
Fiquei puto. Afinal, como assim reitor? A coisa não anda? O quê acontece? Quero uma resposta? Estou com medo, me sinto sensibilizado, transtornado moralmente, acuado pela CAPES *****! E não sou apenas eu. Somos vários. Colegas de mestrado e doutorado estão desesperados, o programa passa por sério problemas e ninguém faz nada.
Fiquei pelado na sexta-feira, dia 12 de novembro. Parece que, na quarta-feira, deu-se início ao processo administrativo. Quanto tempo mesmo ele já circulara nas instâncias administrativas da universidade? Quatro meses? Cinco meses? Mas, somente agora, pouco mais de quinze dias que a coisa teve início? ******! Até hoje, 2 de dezembro, nada foi resolvido. Caos.
A coisa não anda. Por isso, tenho pensado... Já fiquei pelado uma vez. Então, para ficar mais uma não custa nada – até mesmo porque já mostrei o corpo mesmo. Só que, na segunda vez, já confirmaram mais de 30 pessoas para ficarem peladas comigo.
E aí magnífico reitor? O senhor vai nos ajudar ou não? Quero saber, porque não aceitou o pedido de exoneração do professor Valdeni Soliani Franco? Por quê? Por acaso, sua atitude seria conseqüência da reunião de hoje, 2 de dezembro, que elegerá outro coordenador, outros conselheiros e provavelmente contribuiria para a solução de inúmero problemas internos?
Qual é magnífico reitor? Nós não estamos brincando não! Somos alunos de mestrado e doutorado, pesquisadores, homens e mulheres quem pensam. Temos conhecimento de como ocorrem as ações administrativas. Sabemos que há algo de estranho nisso tudo. Acho isso engraçado, pois quando surge uma possibilidade de re-estruturação do programa, as atitudes administrativas são negadas em função do quê? Por que o senhor não assina? Foi por causa do relatório da CAPES, foi por que ele ainda não chegou? Vocês, da administração da universidade, vão esperar o relatório da CAPES até quando? O prazo já foi, eles nada falaram e quando as pessoas tentam resolver os problemas vocês não contribuem?
Estou aqui, pedindo providências! Pretendo sair pelado novamente, mas desta vez, convidarei a todas as pessoas que conheço e as que não conheço para uma manifestação com roupas de banho, para evitar confronto com a polícia.

Pelados, nús! VAMOS, TODOS NÓS?
A pergunta é: quem vai me acompanhar?
Atenção: caso você não tenha tempo de ler a história, leia ao menos os 7 últimos parágrafos. Obrigado!
Passados alguns dias, vou falar publicamente, aqui no blog. Na sexta-feira do dia 12 de novembro decidi, num ímpeto de emoções, tirar a roupa e sair pelado pela universidade em protesto contra a saída de professores do programa de pós-graduação do qual faço parte. Na verdade não fui peladão, estava de cueca – até mesmo porque, ficar pelado constituiria atentado ao pudor e em traria complicações demasiadamente desagradáveis. Se bem que desagradável mesmo é a situação que fez com que eu me manifestasse.
Faço parte de um programa de pós-graduação que passa por uma série de problemas internos. Entre estes problemas, dois figuram com maior destaque: um processo disciplinar e um administrativo. Não sei bem ao certo por que cargas d’água estes processos demoram tanto para serem analisados. Mas posso dizer que a demora aqui da Universidade Estadual de Maringá é certamente uma coisa estranha. Os dois processos circulam na administração há, pelo menos, quatro ou cinco meses. Virtualmente falando, dar-se-ia início aos processos há quatro meses, mas alguma força maior – quase metafísica– tem empacado as apurações.
O negócio é sério (parece até que envolve verba pública). Prova disso é que vieram dois consultores da CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – para fazer uma “avaliação anômala”. Anômala porque, segundo os consultores, este foi um caso singular em suas trajetórias junto à CAPES. Engraçado isso, a UEM não apura os processos. A coisa fica grande e vem gente do MEC para cá, interior do Paraná e do Brasil. Essa gente olha o que tem acontecido no programa, faz reunião com todo mundo e, depois, emite um relatório com possíveis conselhos ao programa.
A CAPES veio. Deparou-se com um fenômeno. Observou-o. Mas, ainda não falou nada. Pelo menos até agora.
A demora que temos enfrentado fez com que alguns professores tomassem determinadas atitudes. Duas professoras do quadro docente entraram com pedido de desligamento do programa. Outra pensou em acompanhar as colegas de trabalho (ouvi rumores que mais professores e professoras também se desligariam, mas talvez isso tenha sido apenas um boato). Destas três mulheres, uma delas era coordenadora do programa. E, por coincidência do destino, foi minha orientadora no mestrado e é, agora, no doutorado. O desligamento destas mulheres acarretaria grandes perdas, sobretudo para o curso de doutorado.
Após contextualizar o problema, vamos ao fato. Dia 11 de novembro, no período da tarde, os professores tiveram uma reunião com o pró-reitor de pesquisa para tentar solucionar problemas que se sucederam em conseqüência dos processos. Findada a reunião, minha orientadora e então coordenadora, Luzia Marta Bellini, pediu exoneração e desligamento do programa. A professora Clélia Maria Ignatius Nogueira também pediu.
No dia 12 de novembro, durante a tarde, estávamos no curso de Retórica. Pouco antes do intervalo, uma amiga mostrou-me uma nota na internet sobre o desligamento das professoras. Fiquei passado e, no intervalo, fui conversar com a professora Marta. Ela confirmou-me o que li na internet.
Era ainda intervalo, quando saí da aula. Estava indo para o espanhol, mas, antes, decidi entrar numa papelaria. Neste momento, já sabia o que ia acontecer. Lá comprei um papel branco e um canetão. Fui para o café ao lado e escrevi no papel: “REITOR, POR QUE MEUS PROFESSORES PEDEM DESLIGAMENTO?”. Liguei para a imprensa. Fui comprar um batom para pintar meu corpo. Voltei, a imprensa estava lá. Chamei um colega, hippie, que se encontrava por ali e pedi para pintar pontos de interrogação no meu corpo (neste momento havia tirado a camiseta). Retirei a bermuda. Fiquei de cueca, tênis, uma sacola com minhas coisas e o cartaz na mão. Andei cerca de três quadras deste jeito, na rua.
Descobri que ficar pelado ajuda a falar com o Reitor. Falei com o professor-reitor Julio Prates, o qual me disse que não tinha conhecimento do desligamento de professores. Em seguida perguntei sobre os processos, pois a lentidão começara a afetar os alunos e a produção científica do programa. Sua resposta foi que um, o disciplinar, estava findado, faltava apenas passar pelo jurídico e, tão logo, firmar com sua signatura; o outro, o administrativo, nem tinha sido aberto.
Fiquei puto. Afinal, como assim reitor? A coisa não anda? O quê acontece? Quero uma resposta? Estou com medo, me sinto sensibilizado, transtornado moralmente, acuado pela CAPES *****! E não sou apenas eu. Somos vários. Colegas de mestrado e doutorado estão desesperados, o programa passa por sério problemas e ninguém faz nada.
Fiquei pelado na sexta-feira, dia 12 de novembro. Parece que, na quarta-feira, deu-se início ao processo administrativo. Quanto tempo mesmo ele já circulara nas instâncias administrativas da universidade? Quatro meses? Cinco meses? Mas, somente agora, pouco mais de quinze dias que a coisa teve início? ******! Até hoje, 2 de dezembro, nada foi resolvido. Caos.
A coisa não anda. Por isso, tenho pensado... Já fiquei pelado uma vez. Então, para ficar mais uma não custa nada – até mesmo porque já mostrei o corpo mesmo. Só que, na segunda vez, já confirmaram mais de 30 pessoas para ficarem peladas comigo.
E aí magnífico reitor? O senhor vai nos ajudar ou não? Quero saber, porque não aceitou o pedido de exoneração do professor Valdeni Soliani Franco? Por quê? Por acaso, sua atitude seria conseqüência da reunião de hoje, 2 de dezembro, que elegerá outro coordenador, outros conselheiros e provavelmente contribuiria para a solução de inúmero problemas internos?
Qual é magnífico reitor? Nós não estamos brincando não! Somos alunos de mestrado e doutorado, pesquisadores, homens e mulheres quem pensam. Temos conhecimento de como ocorrem as ações administrativas. Sabemos que há algo de estranho nisso tudo. Acho isso engraçado, pois quando surge uma possibilidade de re-estruturação do programa, as atitudes administrativas são negadas em função do quê? Por que o senhor não assina? Foi por causa do relatório da CAPES, foi por que ele ainda não chegou? Vocês, da administração da universidade, vão esperar o relatório da CAPES até quando? O prazo já foi, eles nada falaram e quando as pessoas tentam resolver os problemas vocês não contribuem?
Estou aqui, pedindo providências! Pretendo sair pelado novamente, mas desta vez, convidarei a todas as pessoas que conheço e as que não conheço para uma manifestação com roupas de banho, para evitar confronto com a polícia.
domingo, 14 de novembro de 2010
PROTESTO SOLITÁRIO

MUITO TEMPO SEM ESCREVER... AS COISAS, FATOS E ACONTECIMENTOS PERMANECEM.
INDIGNADO COM O PEDIDO DE DESLIGAMENTO DE DUAS PROFESSORAS DO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO PARA A CIÊNCIA E A MATEMÁTICA (PCM) DA UEM, ALUNO DO DOUTORADO, GUSTAVO PIOVEZAN, FAZ CAMINHADA DE PROTESTO SOLITÁRIO DE CUECA. CONSEGUE SER OUVIDO PELA IMPRESSA LOCAL E PELA REITORIA DA UEM, PENA QUE A RESPOSTA DO REITOR FOI: NÃO ESTAMOS SABENDO DE NADA.
ÀS PROFESSORAS E AO ALUNO DOU APOIO TOTAL!!!
ANDO MUITO, MAS MUITO INDIGNADA COM ESSA SITUAÇÃO!!!
SERÁ QUE ESTÁ ACONTECENDO UM GOLPE DE ESTADO NO PCM-UEM?!
domingo, 13 de junho de 2010
Post Atrasado!
Esqueci de postar isto na sexta! Mas, semana que vem tem mais!
Aproveite! Alimente sua alma com arte por 1 kg de alimento!
O Grupo Plantão Musical apresentará o espetáculo de músicas 100 Noel, na UEM, nesta semana, na sexta-feira e no sábado (11 e 12), a partir das 21 horas. O convite é um quilo de alimento não perecível. A apresentação será na Oficina de Teatro, próximo à garagem da UEM. O Plantão Musical é formado por sócios e esposas de sócios da Sociedade Médica de Maringá, patrocinado pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet. Nos dias 18 e 19, às 21 horas, na Sociedade Médica, haverá nova oportunidade para os amantes da música apreciarem o desempenho dos artistas.
Aproveite! Alimente sua alma com arte por 1 kg de alimento!
O Grupo Plantão Musical apresentará o espetáculo de músicas 100 Noel, na UEM, nesta semana, na sexta-feira e no sábado (11 e 12), a partir das 21 horas. O convite é um quilo de alimento não perecível. A apresentação será na Oficina de Teatro, próximo à garagem da UEM. O Plantão Musical é formado por sócios e esposas de sócios da Sociedade Médica de Maringá, patrocinado pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet. Nos dias 18 e 19, às 21 horas, na Sociedade Médica, haverá nova oportunidade para os amantes da música apreciarem o desempenho dos artistas.
sábado, 11 de julho de 2009
Silêncio na população maringaense

Este é mais um caso silenciado pelos maringaenses que enchem os bolsos com dinheiro dos universitários! Silêncio ao redor da Universidade Estadual de MA-ringá, silêncio na Universidade, silêncio... que tal uma passeata silenciosa, DCE (Diretório Central dos Estudantes)??? Andar em silêncio com faixas na mão também é proibido???
Leia o post de Ramelas que encontrei no blog de Luiz Modesto:
Abuso Militar na Zona 07
Na noite de ontem, 09/07/2009, três estudantes foram presos pela polícia militar por volta das 20h dentro de uma residência localizada na Av. Mario Clapier Urbinati.
Em 2008 uma lei, anticonstitucional, foi aprovada na câmara municipal de Maringá proibindo a venda e consumo de bebidas alcoólicas durante o período do vestibular (da Universidade Estadual Maringá) que será realizado entre os dias 12 e 14/07/2009. A proibição passa a valer a partir da 20h de hoje, 10/07/2009. Lei absurda que nega a constituição federal por proibir o consumo de bebidas alcoólicas a maiores de 18 anos, por proibir a venda, e por ser válida apenas em uma pequena área da cidade.
A aprovação da Lei foi acatada de forma submissa pela reitoria da universidade assim como pela gestão do DCE (que me lembro somente soltou uma nota de repúdio à lei, porém nada fez de concreto além desta).
Os vestibulares geravam festa por toda a imediação da UEM, a partir da Lei nada mais ocorreu. Quem estava na zona 07 durante os vestibulares anteriores (com o vigor da lei seca) presenciou algo semelhante a um estado de sítio, com policiais armados e de cassetetes em punho andando pelas ruas em bando, olhando, ou melhor, encarando qualquer um que na cabeça desses guardiões da lei pudessem ser um estudante.
Ontem, em comemoração ao retorno de um amigo que estava num intercambio em Portugal, um pequeno grupo fazia festa dentro de uma residência. A festa não impedia a rua e segundo alguns transeuntes, que nem mesmo participavam da festa, disseram que o som nem tão alto estava.
Um morador de um edifício em frente, pelo informado, ligado a organização de bairro da zona 07, desceu pedindo para abaixarem o som. Pedido correspondido, porém algum tempo depois voltou ao então volume que segundo o vizinho incomodava.
O mesmo vizinho voltou a descer pedindo a diminuição do som e logo compareceu ao local a máquina movida a liberdade humana, branca e amarela com a referência de sua mercadoria no porta-mala o “POVO”. Os polícias pediam um representante da festa para ser levado até a delegacia para registro da ocorrência. Estudantes se negaram.
Polícia: “Ou vai por bem ou vai por mal!”.
Todos os estudantes entraram portão adentro da residência se negando a entregar um representante.
Polícia: “Ou vai por bem ou vai por mal!”.
Os estudantes se negando a entregar um representante.
A polícia invade a residência, sem mandado judicial, levando três estudantes imobilizados com singelos mata-leões. Levaram. Sem a presença da polícia ambiental para verificar o “imenso” distúrbio. Levaram presos três estudantes da Universidade Estadual de Maringá, cujo órgão representante legal hoje é o Diretório Central dos Estudantes (Bonde do Amor). Presos, sendo um algemado, dentro da residência sem mandado, provável alegação de flagrante de som alto por volta das 19:30 - 20h sem a presença da polícia ambiental.
A reitoria vai falar algo?
O DCE vai falar algo?
Os estudantes vão se mobilizar de alguma forma?
E tudo ocorre como se fosse algo natural. Prefeitura, associada a interesses imobiliários, unida a uma organização de bairro, com a condescendência da reitoria e do DCE proíbem o consumo de bebidas alcoólicas em determinado espaço da cidade. Processo que se deu sem nenhuma forma de diálogo com os festeiros, de cima para baixo, do porrete pra cabeça. Ao invés de maneira "simples" e "racional", organizarem um espaço para festa, sendo dentro do campus ou na vila olímpica, não. Resolvem da boa e velha maneira, como tudo é resolvido dentro desse ranchão Maringá.
Mais:
Lei Seca Permanente ao redor das universidades
Lei Seca durante o período dos vestibulares
Artigo no informativo da UEM sobre os abusos da Lei Seca - Amália Donegá e Giuliano Pimentel
Durante esse semana, não me lembro o dia, dois policias militares, acompanhado de pessoas possivelmente da mída local, faziam panfletagem nas ruas e bares avisando dobre a Lei Seca, depois scaneio e coloco o panfleto por aqui.
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